Quanto custa cobrar um cliente inadimplente em 2026 — guia de preços
Percentual sobre recuperado, assinatura mensal ou pay-per-use? Comparamos os três modelos com exemplos numéricos para você escolher o mais barato e seguro.
Publicado em 06 de maio de 2026
Antes de contratar uma cobrança, o credor quer uma resposta direta: quanto custa cobrar um cliente inadimplente em 2026? A resposta varia conforme o modelo escolhido — assinatura mensal, percentual sobre o recuperado ou pay-per-use. Este guia compara os principais formatos de preço, mostra o que entra na conta e ajuda você a calcular se o investimento se paga.
Os três principais modelos de cobrança
1. Percentual sobre o valor recuperado
O escritório ou plataforma cobra entre 15% e 30% sobre o que efetivamente retornar ao credor. Sem recuperação, sem custo. Vantagem: zero risco para o credor. Desvantagem: percentual alto e, em muitos casos, há também uma taxa fixa por dossiê (R$ 50 a R$ 200) que costuma ficar escondida no contrato.
2. Assinatura mensal (SaaS jurídico)
Mensalidade fixa entre R$ 500 e R$ 5.000, conforme volume de devedores e funcionalidades. Vantagem: previsibilidade. Desvantagem: você paga mesmo nos meses sem cobrança, e raramente o jurídico está incluso — costuma ser cobrado à parte.
3. Pay-per-use (cobrança por devedor)
Modelo moderno: você paga um valor fixo por devedor cadastrado e, em alguns casos, um honorário de êxito sobre o recuperado. Sem mensalidade, sem fidelidade. É o modelo da Cobrativa: R$ 49,90 por devedor + 20% de honorário de êxito apenas sobre valores recuperados. Veja todos os detalhes em nossa página de preços.
Comparativo de custo real
Imagine 10 devedores, dívida média de R$ 2.000 (total R$ 20.000), com taxa de recuperação média de 60% (R$ 12.000 recuperados):
- Percentual 25% + taxa R$ 100/dossiê: R$ 100 × 10 + 25% × 12.000 = R$ 4.000. Custo real: 33% do recuperado.
- SaaS R$ 1.500/mês + advogado contratado: R$ 1.500 + R$ 2.000 = R$ 3.500 (apenas no 1º mês). Custo real: 29% do recuperado, mas pago independente do resultado.
- Cobrativa pay-per-use: R$ 49,90 × 10 + 20% × 12.000 = R$ 499 + R$ 2.400 = R$ 2.899. Custo real: 24% do recuperado, sem nenhum gasto fixo.
O que deve estar incluído no preço
- Notificações extrajudiciais conduzidas por advogados.
- Negociação e formalização de acordos com assinatura digital.
- Painel de acompanhamento em tempo real.
- Repasse rastreável dos valores recuperados.
- Conformidade com CDC e LGPD.
- Suporte ao credor por chat ou e-mail.
Custos escondidos que você deve perguntar
- Taxa de setup ou adesão.
- Cobrança por envio de notificação extrajudicial avulsa.
- Honorários de advogado fora do contrato.
- Multa por cancelamento ou fidelidade.
- Limite de devedores ou usuários por plano.
Quando vale a pena terceirizar a cobrança
Em geral, vale a pena quando você tem 5+ devedores em aberto por mês, ou quando a dívida média supera R$ 500. Abaixo disso, o esforço interno pode ser viável — mas dificilmente em conformidade total com o CDC e a LGPD, o que gera risco maior do que a economia.
Conclusão: o melhor modelo de preço
Para a maioria dos credores, o modelo pay-per-use com honorário de êxito oferece o melhor equilíbrio: custo baixo de entrada, alinhamento de interesses (o prestador só ganha se você recuperar) e previsibilidade. Se quiser ver na prática como funciona, o cadastro na Cobrativa é gratuito.